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Prefeitura de Goiânia tira rotatória do Parque Amazônia e põe semáforos; conversão à esquerda acaba

Obra no cruzamento das avenidas Transbrasiliana e Feira de Santana começou no sábado (10). Quem vira à esquerda vai ter que usar novas alças de retorno.

Por Redação F5 ao vivo
Avenida Transbrasiliana, no Parque Amazônia, região Sul de Goiânia, em 2023
Avenida Transbrasiliana, no Parque Amazônia, região Sul de Goiânia, em 2023 Foto: Fronteira (CC BY-SA 4.0)

A Prefeitura de Goiânia começou no sábado (10) a obra que acaba com a rotatória do cruzamento das avenidas Transbrasiliana e Feira de Santana, no Parque Amazônia, região Sul da capital. No lugar dela entram semáforos sincronizados e um novo desenho para quem precisa mudar de direção.

A previsão oficial é de até 30 dias de obra. O prefeito Sandro Mabel (União Brasil) quer entregar o cruzamento ainda em outubro, mês do aniversário de Goiânia.

O que muda para o motorista

A rotatória vai ser aberta ao meio, para que os carros sigam em linha reta pelas duas avenidas. A conversão à esquerda no encontro das duas vias deixa de ser permitida.

  • Quem precisar virar à esquerda vai entrar à direita, seguir até uma das novas alças de retorno na Transbrasiliana e voltar no sentido contrário.
  • O retorno na própria rotatória também acaba. Quem quiser voltar pela Transbrasiliana faz o mesmo caminho pelas alças.
  • O trecho ganha faixas de pedestres novas, pintura no asfalto e placas com os trajetos permitidos.
  • Os semáforos vão trabalhar com um sistema de inteligência artificial para controlar o tempo de cada sinal, segundo a Prefeitura.

Por que a Prefeitura mexeu ali

A Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET) contou 7.485 veículos no cruzamento em dois horários de pico: 3.875 de manhã e 3.610 no fim da tarde. A execução da obra é da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

Em todos os sentidos, esse cruzamento acaba sendo atrapalhado pela rotatória.

Sandro Mabel, prefeito de Goiânia

Durante a obra

Agentes de trânsito ficam no local para orientar os motoristas enquanto as máquinas trabalham. A Prefeitura não divulgou um mapa de desvios além das novas alças de retorno. Quem passa ali todo dia, principalmente no pico da manhã e do fim da tarde, deve sair com folga até a obra terminar.

Análise F5 ao vivo

Trocar rotatória por semáforo num cruzamento que recebe quase 7.500 carros só nos horários de pico faz sentido no papel. Rotatória funciona bem com fluxo moderado; quando as duas avenidas enchem ao mesmo tempo, ninguém consegue entrar e o nó se forma em todas as direções.

O teste real vem depois da entrega. O fim da conversão à esquerda empurra parte do trânsito para as alças de retorno, e o sistema só melhora a vida de quem mora no Parque Amazônia se essas alças tiverem espaço e se os sinais forem bem ajustados. A Prefeitura promete inteligência artificial nos semáforos. Vale cobrar, depois de outubro, os números do mesmo cruzamento no mesmo horário de pico.

Fontes: Portal 6, TV Anhanguera / g1 Goiás (Jornal Anhanguera 2ª Edição), Jornal Opção. Texto escrito pela redação com as próprias palavras, a partir das fontes citadas.

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