Adolescente de 17 anos morre atropelado por ônibus na faixa de pedestres em Cidade Ademar
O jovem atravessava a Avenida Yervant Kissajikian, na zona sul de São Paulo, na manhã deste sábado. SPTrans diz que apura o caso e mandou a empresa do ônibus apoiar a família.

Um adolescente de 17 anos morreu atropelado por um ônibus municipal na manhã deste sábado (31), em Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo. Ele atravessava a Avenida Yervant Kissajikian pela faixa de pedestres, na altura do número 3.040, por volta das 9h30.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem teve traumatismo craniano e morreu no local. A Polícia Militar informou que a vítima chegou a ser atendida, mas não resistiu. Quatro viaturas dos bombeiros foram mandadas para a ocorrência.
O ônibus e a linha
O coletivo é da A2 Transportes e fazia a linha 5013/10, Jardim Luso/Santo Amaro. No momento do atropelamento, seguia no sentido do bairro de Americanópolis. De acordo com o relato publicado pelo Metrópoles, o adolescente não percebeu a aproximação do ônibus ao atravessar.
O caso foi registrado no 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam. As reportagens publicadas até a noite deste sábado não divulgaram o nome do jovem.
O que diz a SPTrans
Em nota conjunta, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informaram que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) está apurando os fatos. A concessionária A2 Transportes foi orientada a dar apoio à família da vítima.
A avenida
A Yervant Kissajikian é uma avenida de muito movimento de ônibus na região de Cidade Ademar e Americanópolis. A linha 5013/10 liga o Jardim Luso a Santo Amaro, um dos principais polos de baldeação da zona sul, e quem anda a pé no trecho depende das faixas para chegar aos pontos e ao comércio do bairro.
Análise F5 ao vivo
Um jovem morreu dentro da faixa de pedestres, o lugar onde quem anda a pé deveria estar mais protegido. Por isso a apuração da SPTrans e da polícia precisa responder perguntas simples e públicas: a velocidade do ônibus, se havia semáforo no ponto, a visibilidade do cruzamento e o histórico do motorista.
Tratar o caso como fatalidade antes dessa resposta seria um desserviço a quem mora em Cidade Ademar. O PRAT existe justamente para achar o que falhou e corrigir. O mínimo que a cidade deve à família e aos moradores é tornar o resultado conhecido e, se for o caso, mudar a sinalização daquele trecho.
Fontes: Metrópoles, Folha de S.Paulo (vídeo). Texto escrito pela redação com as próprias palavras, a partir das fontes citadas.






