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Incêndio em fábrica de óleo mineral de Mauá fere bombeiros e só acaba depois de 17 horas

Fogo começou após a explosão de um compartimento com sódio no bairro Capuava, mobilizou 21 viaturas e foi extinto na manhã deste domingo. Ninguém precisou ir ao hospital.

Por Redação F5 ao vivo
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Imagem ilustrativa.

O incêndio que atingiu um galpão de uma fábrica de óleo mineral em Mauá, na Grande São Paulo, foi extinto às 9h40 deste domingo (1º). O fogo tinha começado às 16h52 de sábado (31), e o combate durou cerca de 17 horas, segundo o Corpo de Bombeiros.

O galpão fica na Rua Rosa Kasinski, no bairro Capuava, perto da estação Capuava da Linha 10-Turquesa da CPTM. O nome da empresa não foi divulgado.

Explosão de sódio

De acordo com os bombeiros, as chamas começaram logo depois da explosão de um compartimento que guardava sódio. O fogo se espalhou rápido pelo galpão e formou uma coluna de fumaça preta que podia ser vista de longe no bairro. A causa exata ainda será investigada depois do rescaldo.

Feridos

Bombeiros que trabalharam no combate tiveram queimaduras leves e inalaram fumaça. Os números divergem: o Diário do Estado de SP fala em dois bombeiros feridos, e a corporação informou no sábado uma pessoa ferida na explosão. Todos foram atendidos no próprio local e ninguém precisou ser levado ao hospital. Não há registro de moradores feridos.

21 viaturas e espuma

O primeiro informe dos bombeiros falava em 15 viaturas, número que subiu para 21 ao longo da noite. As equipes atacaram o fogo em três frentes e usaram espuma, já que o material da fábrica é inflamável e a água sozinha não basta para apagar chamas de óleo.

A Polícia Militar pediu que a população evitasse a região, para não ficar exposta à fumaça e para deixar as ruas livres para os veículos de emergência. Não houve retirada de moradores. Bombeiros e Defesa Civil seguem no local fazendo o rescaldo, para impedir que o fogo volte.

Análise F5 ao vivo

Capuava é uma das áreas mais industriais do ABC, com polo petroquímico, fábricas e casas dividindo as mesmas ruas. Um galpão que guarda sódio e óleo ao lado de uma estação de trem é o tipo de lugar onde a fiscalização não pode falhar.

Em maio, uma fábrica de velas de Mauá pegou fogo e os bombeiros informaram que ela não tinha o Auto de Vistoria (AVCB). Agora, a pergunta que a Prefeitura e o Corpo de Bombeiros precisam responder é simples: este galpão estava com a vistoria em dia? Quem mora em Capuava tem o direito de saber.

Fontes: Metrópoles, Revista Oeste, Diário do Estado de SP, Diário do Grande ABC (fábrica de velas, maio). Texto escrito pela redação com as próprias palavras, a partir das fontes citadas.

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